Sometimes I feel that I’m the last person to start liking something. E hoje quero falar do Queens of The Stone Age. Uma banda que até pouco tempo não me dizia muita coisa, mas hoje estou adorando descobrir mais sobre eles. Já que estão em tour no Brasil agora no início de 2018. Já comprei meus tickets para vê-los em Porto Alegre. Vai ser demais. O Queens lançou recentemente o Villains, um álbum bem interessante, com muitas canções boas ali. O que me impressiona na banda, é como eles produzem bem uma canção. Além da qualidade das composições, é claro. As minhas músicas favoritas em Villains é a canção Fortress e a última do álbum Villains of Circumstance. Venho tentando destrinchar a discografia da banda. E, apesar de Villains ser um álbum ótimo, o Rated R, do ano 2000, ainda é melhor de toda a carreira da banda na minha opinião. Adoro a canção Autopilot, de Rated R, desert rock na sua melhor forma. Mas o QotSA tem muitos hits e canções boas em todos os álbuns. Todavia, muita música ruim também. Toda banda passa por um período de encontrar a sua identidade e que caminho seguir. Vale tentar descobrir a banda e quem sabe vê-los ao vivo nessa tour que está por vir junto aos Foo Fighters.  

 

patches jaqueta slow fashion 1

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Acho que de uma maneira ou de outra, mesmo até sem perceber, me dei conta aqui que estou cada vez mais afinada com alguns conceitos do slow fashion. Quase nada do que eu tenho postado aqui é novo. Impressionante como se tem coisas em casa, em especial ao longo desses 10 anos colecionando roupas pro blog. E o que tenho feito é dar um olhar novo para cada peça do guarda-roupa, dar um restyling e voltar a usar. Essa jaqueta eu tenho por muuuitos anos e resolvi dar um up nela com patches que já tinha em casa e outros que comprei recentemente. Voltei a usar a peça que estava encostada e isso é muito legal. A tendência dos patches já está por aí por um tempo, mas de forma very slow estou incorporando mesmo agora. Patches comprados na Galeria do Rock, em Sampa, na Levi’s e na Urban Helmets, loja de capacetes e roupas para motociclistas. Enfim, espero que vocês curtam. Um beijo e até a próxima postagem : )

passport cover louis vuitton giving another uses 2

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I won’t lie to you guys, completamente viciada em vídeos de unboxing e reviews! I just came across in a random way and I love it now. Ok que muitas vezes esses vídeos despertam o consumismo, mas também lhe dá perspectiva sobre comprar ou não determinado item. E se for em Inglês, praticar o listening com sotaques de várias partes do mundo. Outra coisa boa, são os diferentes usos que outras pessoas dão aos mesmos itens que você tem em casa. Um dos meus vídeos favoritos são da LVloverCC. Uma pessoa bem normal que faz vídeos super legais mostrando as coisas que ela compra e detalhes de sua vida pessoal. E outro dia, ela mostrou o seu closet e adorei como ela deu um uso diferente à capa de passaporte da LV que também tenho aqui em casa e estava sem uso. Não é legal ter um item caro em casa e quase nunca usar. A dica dela é usar a capa de passaporte como um elegante caderninho de anotações. Que boa ideia! O moleskine de dentro é da Cícero Papelaria comprado na Livraria Cultura. Encaixou perfeitamente. Aí, comprei a caneta da Crown dourada para fazer conjunto com o caderninho. Enfim, espero que gostem da dica também como eu gostei. Um beijo e até a próxima postagem, obrigada pela sua visita! 

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Surprise, surprise! Cortei o cabelo essa semana e estou adorando a praticidade de um cabelo mais curto. Decidi cortar por impulso e não me arrependi. Acho que há mais de 10 anos não mudava o corte de cabelo. E para marcar a mudança, um look um pouco mais ousado com animal print de leopardo que está num super come back pelo que tenho visto nas redes sociais. O look inteiro aqui foi montado com peças do guarda-roupa, não tenho comprado roupas ultimamente, apenas bolsas e acessórios. Que tal o look? Espero que curta :) Um beijo e até a próxima postagem!

Fotos by Tnol

 

Esse fim de semana fui ao cinema ver a Blade Runner 2049, mas há um mês atrás assisti ao primeiro Blade Runner, de 1982, e fiquei maravilhada. Claro que já tinha assistido provavelmente em alguma sessão da tarde o filme de 82, mas lembrava de pouca coisa. E nossa, Blade Runner de 1982 é mesmo uma verdadeira obra prima. Desde à música, aos personagens, passando pela história, cenografia, um filme grandioso e fundamental até. Impossível esquecer aquela trilha sonora grandiosa de Vangelis. Que tanto escutei quando era criança, minha mãe sempre foi uma grande fã de rock progressivo. Thanks mom! Anyway, então imagina a minha expectativa para ver Blade Runner 2049. Gostei de Blade Runner 2049 e até quero ver mais uma vez, achei demais rever de forma atualizada a atmosfera de Blade Runner e até reencontrar Harisson Ford, personagem principal do primeiro filme. Mas achei frágeis alguns pontos da narrativa e senti falta dos grandes diálogos de cunho filosófico que o Blade Runner de 82 tem e que o torna genial. Sem falar na música, queria mais Vangelis em Blade Runner 2049. A música de Vangelis só aparece no final do filme, uma única vez. De toda forma, é um filme belíssimo e vale demais a ida ao cinema. Veja o trailer acima e sinta um pouco de Blade Runner 2049. Bom filme!