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Depois de 9 anos fazendo fotos para esse blog, ainda adoro fazer experiências com o que vou usar por alguns dias ou semanas. Antigamente, comprava mais, hoje atualizo o que quero usar no momento com compras pontuais ou mesmo com o que já tenho aqui em casa. Todavia, hoje não tenho tanta coisa assim aqui no closet, depois de participar de alguns brechós e vender muita coisa online, tenho tentado ser cada vez mais minimalista nesse sentido e ter menos. Menos é mais, não é mesmo? E essa tendência do ‘nightgown’ para ‘street wear’ já foi fotografada aqui pro blog antes, há alguns anos, mas não com tanto sucesso como dessa vez. A jaqueta de couro deu o contraste que precisava, vou até testar esse look para shows da Diablo Angel. Aguarde cenas dos próximos capítulos ;)

Também aderiu à tendência? Que tal o look? Também ousaria usar? Uma opção ainda aqui, é acrescentar uma t-shirt por baixo do vestido. Fica bacana também :)

Nightgown: vintage
Jaqueta couro: Asos
Bota: Asos
Anéis e brincos: acervo

Fotos by Tnol

Já anunciada a nova temporada do Bolshoi Ballet nos cinemas! A temporada 2016/2017 mistura clássicos do balé já bem conhecidos com obras do repertório do Bolshoi pouco conhecidas. Adoro acompanhar os clássicos, mas também acho bacana conhecer novas obras. Do ano passado pra cá, só perdi uma exibição do Bolshoi nos cinemas. Adorei rever inclusive Spartacus que vi ao vivo lá em Moscou, na Rússia, ano passado. Aliás, a cada vez que vou ao cinema tenho um gostinho do que é tudo aquilo lá, acho que todo mundo que acompanha o Bolshoi nos cinemas deve sentir o mesmo.

E além de mudança de repertório, essa temporada nova imprime ainda mais a visão do novo diretor do Bolshoi, Makhar Vaziev. Que já está por lá desde a temporada passada. Ele entrou no lugar de Sergei Filin, aquele diretor que teve ácido jogado na cara a mando de um ex-bailarino do Bolshoi. Um episódio lamentável.

Lamentável também que no ano passado a rede de cinemas UCI tenha demorado tanto a passar aqui no Brasil o Bolshoi Ballet nos cinemas. Por razões que desconhecemos, o Bolshoi só chegou nos cinemas do Brasil bem depois que já tinha sido exibido no resto do mundo. Espero que esse ano tenhamos mais sorte e que o Bolshoi seja mesmo exibido a partir de outubro de 2016, data oficial anunciada pela rede Pathé Live em parceria com o Bolshoi da Rússia.

A partir de outubro: The Golden Age, ballet com coreografia de Yuri Grigorovich que se ambienta nos anos 20. Em novembro será exibido The Bright Stream, um balé que quero conhecer com coreografia de Alexei Ratmansky. Em dezembro, mais uma vez o Bolshoi exibe o Quebra-Nozes. Em janeiro é a vez de outro clássico, a Bela Adormecida. O primeiro balé que fui ver nos cinemas e um dos primeiros a serem exibidos também pelo Bolshoi na tela grande. Em fevereiro, outro clássico, o Lago dos Cisnes. Em março, Uma Noite Contemporânea, com música e coreografia de autores variados. Estou curiosa. E para fechar a temporada, em abril, A Hero of Our Time com música de Ilya Demutsky e coreografia de Yuri Possokhov. Que também quero conhecer.

Também têm visto o Bolshoi no cinema? Que balés acompanhou na última temporada? Um super abraço e obrigada pela sua visita!

kim gordon girl in a band livro pra ler dica de leitura

Férias! Terei aqui duas semaninhas mais free e que delícia é passar os dias fazendo pouco ou aproveitando para ir no cinema, passear e colocar a leitura em dia. E a dica aqui de hoje é uma leitura beem bacana, o livro da baixista do Sonic Youth, Kim Gordon, Girl In a Band. A versão em português, também disponível no Brasil, se chama A Garota da Banda.

Mas esse livro não é bem uma novidade, foi lançando em 2015, mas vale a indicação para quem não leu ainda. Conhecendo a banda ou não ou mesmo não sendo assim tão ligado à música, a leitura é fantástica. Conta a história de vida de Kim e como ela chegou a uma das bandas mais icônicas do rock mundial. Um relato sincero e sem máscaras de uma mulher que nunca parou no tempo ou mesmo sempre esteve à frente do seu tempo.

Sou fã dela e também da banda, é claro, que acabou em 2011 com seu último show, coincidentemente, no Brasil. A banda é americana. E até tenho um amigo que estava presente nesse show em São Paulo! Curiosamente, o livro começa relatando esse show e como estava o clima e tudo que levou a banda a acabar. Mas a vida continua e Kim é uma mulher que sabe mudar o jogo quando é preciso.

Foto by me

ter um bar cart carrinhos de bebidas em casa home decor recife 1

ter um bar cart carrinhos de bebidas em casa home decor recife 2

Ter um bar cart em casa. Faz muuuito tempo que venho pesquisando, comprando e organizando o carrinho de bebidas aqui de casa. E, apesar de beber raramente, acho super charmoso ter um carrinho de bebidas para dias especiais e pequenas festinhas com amigos mais próximos.

E esse bar cart aqui de casa tem muita história. Está com a minha família desde que tenho memória e estava esquecido na casa da minha avó. Consegui trazer o carrinho aqui pra casa e meu avó, que é marceneiro e um amor de pessoa, reformou ele para mim. Trocamos as peças de azulejos, lixamos e aplicamos verniz. O resultado? Como novo.

Mas não é preciso, claro, ter uma peça antiga assim de herança de família para ter um bar cart em casa. Há muitas opções modernas e até em antiquários para montar um bar cart. Acho bacana essa possibilidade de estar sempre mudando os itens do carrinho de bebidas e dar sempre um ar novo à decoração do bar cart. Luminárias, bandejas, taças e muito mais dão todo o charme que essa peça pede.

Outra opção super legal é aprender a fazer uns drinks bacanas e animar ainda mais as noites de festa. Ainda não aprendi a fazer drinks, acho que esse é o próximo passo ;) E você, curte essa moda retrô do bar cart e também curte ter um em casa? Um super beijo e obrigada pela sua visita!

vinyl_a volta dos vinis_qualidade do vinil

Quem diria que os vinis estariam de volta. Até tenho alguns vinis aqui em casa, mas tudo doação ou herança dos meus tios que se desfizeram de seus vinis há muitos anos e decidi, na época, que eles eram muito bonitos para serem deixados pra trás. O fato é que eu não tenho um toca-discos, mas pretendo adquirir um em breve.

Todavia, estou bem ‘alone’ nessa, tenho amigos que compram, escutam e tem um super som em casa só para curtir um bom vinil em alto e bom som. Mas será que a qualidade dos vinis é mesmo superior ao som digital? Numa rápida pesquisa aqui com os meus ‘amigos especialistas da área’, descobri que isso é muito relativo. No vinil, a gravação é analógica, diferente do CD, que é digital.

Há ouvidos mais atentos que conseguem distinguir mais detalhes na reprodução em vinil. Outros, não trocam a facilidade do CD e dos arquivos em MP3. O fato é que o vinil traz de volta essa coisa de ver e tocar um produto em tamanho grande. Ver detalhes da capa de um disco e ter o prazer de ligar o som e colocar o grande vinil pra tocar. That’s beauty.

E você tem algum vinil em casa? Qual a sua opinião sobre a volta dos vinis e as bandas e artistas voltarem a investir nesse formato?